Hipnose clínica

A hipnose clínica (ou hipnoterapia) consiste na aplicação de técnicas hipnóticas como ferramenta terapêutica, direcionada ao tratamento de transtornos emocionais, físicos, psicológicos, hábitos e sentimentos indesejáveis.

Os bons resultados obtidos com a hipnose clínica ocorrem principalmente porque o processo não é voltado ao tratamento dos sintomas do problema apresentado, mas sim às causas.

Através da indução a um estado focado de consciência, conhecido como transe hipnótico, busca-se identificar e trabalhar a cadeia de acontecimentos que tornaram a pessoa suscetível a desenvolver o transtorno em questão (mesmo quando o problema se apresenta em idade avançada, quase sempre o evento inicial vem da primeira infância, causado por episódios de que a pessoa nem se lembra mais).

Tendo em vista que o processo terapêutico é realizado diretamente na fonte do problema (mente subconsciente) o tratamento de hipnoterapia é bastante rápido, quase sempre realizado em uma única sessão, com duração de até quatro horas (protocolo OMNI).

Os principais problemas atualmente tratados com hipnose clínica, seja como ferramenta principal ou coadjuvante, são: fobias, depressão, ansiedade, síndrome do pânico, vícios, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), distúrbios alimentares e disfunções sexuais.

A hipnose terapêutica tem sido muito utilizada também como complemento a tratamentos médicos e odontológicos, em casos como enxaquecas, cólicas menstruais, fibromialgia, dores provocadas por tumores cancerígenos, alergias diversas (incluindo a alergia a anestésicos de uso odontológico), aceleração do processo de recuperação de queimaduras etc.

A hipnose clínica é reconhecida e regulamentada por diversos organismos de classe do Brasil, tais como Conselho Federal de Medicina (parecer CFM 42/1999), Conselho Federal de Odontologia (resolução CFO-185/93), Conselho Federal de Psicologia (resolução CFP 013/00) e Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (resolução COFFITO 380/2010).

Indicações

Clique no ícone abaixo e veja os principais transtornos e doenças tratáveis por hipnose clínica / hipnoterapia.

Regulamentação

Clique abaixo para ler a íntegra dos pareceres e resoluções que regulamentam a hipnoterapia no Brasil.

Luiz Mendonça

Formado pela OMNI Hypnosis Training Center, organização sediada em Volketswil (Suíça), considerada a melhor escola de hipnose clínica do mundo e a única com certificação ISO 9001, conferida à instituição e ao protocolo terapêutico.

Formação complementar nas principais técnicas de hipnose clínica avançada. Primeira certificação em 1990 (Mind Control - Basic Lecture Series 101 thru 404). Entre cursos, convenções, fóruns e workshops, estudou com alguns dos maiores hipnólogos e hipnoterapeutas do mundo, dentre os quais:

Melissa Tiers (EUA)
James Tripp (Inglaterra)
Cesar Edwin Martinez (Colômbia)
Anthony Jacquin (EUA)
Bob Burns (Inglaterra)
Michael Watson (EUA)
Marcus Lewis (Inglaterra)
Eugen Popa (Romênia)
Kelly Woods (EUA)
Cheryl Elman (EUA)
Giancarlo Russo (Itália)
Michal Cieslakowski (Polônia)
Marc Savard (EUA)
Anthony Galie (EUA)
Miguel Cocco (Portugal)
Margo Drucker (EUA)
Tim Cummins (EUA)

Hipnoterapeuta credenciado pela National Guild of Hypnotists (NGH) e membro associado à International Board of Hypnosis Education and Certification.

Coordenador do núcleo Ciências Humanas e Biológicas do Centro de Referência Brasil (reeleito para o biênio 2019 / 2020).

Gestor do projeto CRB 'Hipnose clínica', orientando o processo de catalogação de transtornos e doenças tratáveis pela hipnoterapia (classificação CID / Datasus). Gestor administrativo do projeto CRB 'Contribuições da neurociência para a psicologia', responsável pela elaboração de diretrizes para avaliação de recursos neurossensoriais associados ao protocolo terapêutico OMNI - R2C.

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Dúvidas

Desde 2017 o Centro de Referência Brasil mantém canal privado para esclarecimento de dúvidas sobre hipnose clínica (hipnoterapia) e as principais doenças e transtornos tratáveis por esta modalidade terapêutica.

Originalmente, as respostas eram fornecidas apenas a membros do CRB (colaboradores, orientadores e gestores de projetos). No entanto, a partir de 17 de setembro de 2019 o canal abriu a possibilidade de que o público leigo formule questionamentos.

Clique no ícone abaixo e veja as respostas já publicadas.